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Tom Jazz

Endereço: Avenida Angélica, 2331
Bairro: Higienópolis
Cidade/estado: São Paulo (SP)
Telefone: (11) 3255-3635
Link: http://www.tomjazz.com.br
Estacionamento: Não informado

Instalado em um charmoso sobrado de tijolos aparentes no número 2331 da avenida Angélica, o TOM JAZZ (inaugurado em outubro de 2005) é mais do que um espaço para os amantes do ritmo que dá nome à casa. Projetada internamente pelos arquitetos Jorge Konnigsberger e Gianfranco Vannuchi e com desenho de luz assinado pelo iluminador Maneco Quinderé, o espaço tem capacidade para 200 pessoas, distribuídas em dois andares.

A empreitada leva a assinatura de três nomes conhecidos da noite paulistana: os empresários Paulo Amorim (sócio-proprietário do Tom Brasil-Nações Unidas), Edgard Radesca (sócio-proprietário do Bourbon Street) e Paulo Rosa (sócio-proprietário do Canto da Ema). Na decoração, predominam materiais rústicos, como madeira e tijolo, que favorecem a acústica do lugar, uma das grandes preocupações dos donos da casa. Nas paredes do térreo, quadros com fotos dos nomes que já passaram pelo TOM JAZZ , todos artistas nacionais – como Wagner Tiso e Victor Biglione, Leny Andrade, Nelson Ayres e Paulo Bellinati etc. –, com exceção de John Pizzarelli, que deu uma canja na inauguração da casa.

A construção já existia, os sócios apenas adaptaram o interior do prédio que lembra os traços de uma pequena igreja. A localização também foi um dos fatores que pesaram para a escolha do local. Bairros como Vila Madalena e Vila Olímpia, reduto de casas noturnas e bares, vivem congestionados e quem sai com a intenção de se divertir acaba ficando estressada antes mesmo de chegar ao lugar pretendido. Já a Avenida Angélica não tem trânsito intenso durante a noite e, por isso, ganhou pontos com Paulo Amorim, Edgard Radesca e Paulo Rosa na hora de baterem o martelo sobre o endereço do TOM JAZZ .

 

Nossa Cozinha

O cardápio sofisticado desenvolvido pelo chef Luiz Fernando Sanguini, prova a preocupação da casa com a gastronomia e inclui pratos quentes, saladas, entradas e sanduíches. Um dos itens mais pedidos do menu é uma massa: Linguini (um tipo de macarrão) com camarões gigantes e lagostin ao molho de tomates frescos e ervas (R$ 37,00). Outro que também faz sucesso entre os clientes é a posta de bacalhau ao vinho branco, com alcachofrinhas e polenta gratinada com queijo (R$ 37,00). Quem gosta de um prato leve pode optar pela tradicional Ceasar's Salad (R$ 16,00) ou pela Salada do Campo, uma salada verde com crispie de presunto parma, queijo de cabra com ervas e vinagrete de pitanga (R$ 21,00). Há ainda o Carpaccio de Haddock defumado, com vinagrete de limão siciliano, tudo sobre uma cama de salada verde (R$ 25,00).

Entre as opções de entrada o destaque fica para o Mix de Canapés (R$ 24,00): são nove canapés, três de salmão com cream cheese e wassabi; três de palmito fresco, presunto de parma e geléia de pistache; e três de tartar de filé mignon com pimenta rosa. Para aqueles que preferem sanduíches, a dica da casa é a baguete de parmesão, com salmão, queijo emental, mini agrião e vinagrete de limão siciliano (R$ 14,00).

A carta de vinhos, que inclui cerca de 60 rótulos do mundo inteiro, também foi criada cuidadosamente. Na adega climatizada, que tem espaço para 200 garrafas, um dos destaques é o italiano Barolo Cannubi (R$ 592,00 a garrafa, um dos vinhos mais caros da casa). O francês Châteauneuf du Pape (R$ 240,00) e o argentino Pulenta Stat, feito a partir da uva Malbec (R$89,00), também figuram entre rótulos sul-africanos, portugueses, chilenos e outros.

 

Detalhes Musicais

A acústica da casa também recebeu atenção especial. No mezanino ou no térreo é possível ouvir o show com perfeição e com a mesma qualidade, graças aos equipamentos de som de altíssima qualidade. Agora, para os detalhistas, que gostam de curiosidades e de observarem a maneira como os músicos tocam, a dica é sentar-se na primeira fila do mezanino. De lá, em uma das mesas com tampo de Embuia, é possível olhar atentamente todo o trabalho técnico das mãos dos pianistas enquanto toca o piano acústico ¼ de cauda Yamaha, ou, dependendo da sua posição, os movimentos de um baixista ou baterista.

 

O Cuidado com os artistas

Mesmo sendo um lugar pequeno e aconchegante, o TOM JAZZ , que tem direção artística de Jane Duboc, oferece aos artistas uma infraestrutura de grandes casas de shows. Além da sua qualidade acústica, o clube de jazz tem entrada e estacionamento exclusivo para os músicos, facilitando a entrada de instrumentos no local.

Ao entrar, os músicos podem se dirigir a um dos dois camarins que ficam no subsolo da casa. Equipados com chuveiro, ar condicionado e frigobar, os dois são divididos por uma sala de espera onde o artista e sua equipe podem assistir a canais de TV a cabo ou receber fãs, convidados e amigos, entre outros.

 

O TOM JAZZ não é uma casa de shows, mas sim, um clube de jazz que oferece um programa cultural completo e elegante.

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